Friday, July 8, 2011

O pior motorista do mundo

A Holanda tem um reality show chamado De Allerslechtste chauffeur van Nederland? (Quem é o pior motorista da Holanda?). Como o nome indica, os candidatos são submetidos a um teste para ver quem conseguiu tirar a carteira de habilitação mas não sabe dirigir direito até hoje. Surge então Pim, 24 anos, um dos fortes candidatos. No episódio final dessa temporada ele consegue uma façanha e tanto. Assista o vídeo e confira (mesmo que você não fale holandês).


Pois Pim foi o vencedor do programa. Mesmo acompanhado por duas pessoas que deveriam lhe dar orientações, ele perde o controle do carro e, além de bater em um carro da produção, ATROPELA o apresentador Ruben Nicolai. Felizmente ninguém morreu e Nicolai continua apresentando o programa depois de alguns dias no hospital com escoriações leves.

Via PavaBlog

Thursday, July 7, 2011

Frendzy, protótipo elétrico da Renault

A Renault revelou no Facebook seu novo protótipo elétrico, o Frendzy, que terá sua apresentação oficial no Salão Automóvel de Frankfurt, em Setembro.

O Frendzy visa atender tanto a família como trabalho e está equipado com transmissão automática e motor elétrico de 60cv, alimentado por um conjunto de baterias de iões de lítio, que lhe permite uma velocidade máxima de 130 km/h.

O Frendzy tem 1,74 m de altura, 1,87 m de largura, 4,09 m de comprimento e 2,69 de distância entreeixos.






Wednesday, July 6, 2011

A história do Chevrolet Chevelle

Novamente em foco, no filme Velozes e Furiosos 4, sendo pilotado pelo ator Vin Diesel, o Chevrolet Chevelle foi criado visando o publico mais jovem.

Como a Chevrolet em 1963 havia lançado o Chevy II e percebeu que existia uma lacuna no seguimento dos médios. Foi então com receio de perder uma grande fatia do mercado para a Ford, American Motors e Chrysler em 1964 lançou o Chevelle.

O carro veio com muitas variações de versões que incluíam o esportivo SS, o Malibu, o 300, um conversível e uma Perua. E ainda tinha as opções de 2 ou 4 portas uma grande variedade de motores, indo de seis-cilindros básico, com cilindrada de 3,2 a 3,8 litros, V8 de 283 pol3 e até o small block 327, de 5,36 litros, que entregava entre 250 a 300 cv.

No ano de 1965 surge as primeiras modificações, o Chevelle recebe novas lanternas traseiras, uma nova grade e o motor big block, de 6,5 litros. Foi justamente com este motor que ele entra para o Hall dos muscle-cars. O carro era bem visto podia ser usado pela família ou também usado pelos jovens nas provas de arrancadas.

Em 1966 teve seu estilo todo modificado tendo alterações no teto, pára-lamas, grade, faróis e lanternas. Tornava-se mais longo e aerodinâmico.

O SS tinha três opções de motores o L35 básico, de 325 cv a 4.800 rpm e 56,6 m.kgf de torque; o L34, de 360 cv a 5.200 rpm e 58 m.kgf, com um comando mais bravo e carburador de maiores dimensões; e o topo-de-linha L78, de 375 cv a 5.600 rpm e 57,3 m.kgf de torque. Dentro do pacote Z16 havia ainda a opção de tuchos mecânicos, para trabalhar em rotações mais altas, coletores de escapamento redimensionados, válvulas de cabeçote do 427, taxa de compressão de 11:1, coletor de admissão em alumínio e um carburador Holley com capacidade de 800 cfm.

O SS passou a ser chamado de SS 396 para separa-lo dos outros SS’s. Fora redesenhado, com novos pára-choques e duas entradas de ar falsas no capô, que virou marca registrada da versão.

Em 1967 surgiram os novos motores com seis cilindros (3,8 e 4,1 litros), o V8 básico 283 (4,6 litros), passando pelos small blocks 327, de 275 a 325 cv, e as mesmas opções para o 396 (L35, L34 e L78). Pneus mais largos em rodas de 14 pol e freios a disco dianteiros. A transmissão automática Turbo Hydramatic, de três velocidades, passava a ser alternativa � Powerglide de duas marchas e � s manuais de três e quatro marchas.

Em 1968 o Chevelle já não tinha semelhança com seus antecessores tinha o capo mais longo, teve o entreeixos reduzido os motores 6 cilindros e V8 continuavam os mesmos, só os small blocks que vieram com algumas diferenças.

Em 1969 surgiu o motor 396 L89, que era o mesmo 396 L78, porém em alumínio. O estilo mudou apenas os pára-choques e os faróis. Os seis-cilindros e o V8 307 continuavam em produção, mas o 327 deixava a linha de todos os Chevrolets para dar lugar ao clássico 350 (5,7 litros), com potência de 250 a 300 cv, este com carburação quadrijet.

Os big blocks continuavam com a denominação 396, embora tivessem sido modificados para 402 pol3 (6,6 litros). A Chevrolet, depois de gastar muito em publicidade, decidiu manter o número, pois a denominação SS 396 estava disponível para todos os modelos, como o Malibu Sport Coupé, o Chevelle 300 com ou sem coluna central e até mesmo o picape El Camino.

O ano de 1970 foi o auge de desenvolvimento do Chevelle. Foi um modelo único, fabricado somente nesse ano, com linhas "musculosas", grade reta com quatro faróis incorporados aos pára-lamas e lanternas traseiras quadradas integradas ao pára-choque.

Todos os motores eram os mesmos, menos o L35, que deixava de ser produzido. Mas passava a equipar o Chevelle um dos maiores big blocks utilizados na indústria até então: o LS5 454 (7,4 litros) de 360 cv a 5.400 rpm e 69,1 m.kgf (500 libras-pé) de torque a 3.200 rpm. Derivado do V8 427, tinha maior curso dos pistões; por isso oferecia menos potência do que o L78 e o L89, mas com mais torque, como preferem os americanos.

Ainda em 1970 o Chevelle ganhava um "irmão" mais elegante: o Monte Carlo. Pensando em retornar � s competições, a Chevrolet havia descartado o uso do Impala, pois precisava de um carro menor e mais ágil. Decidiu então desenvolver um duas-portas com sua classe na plataforma do Chevelle de quatro portas. Suas linhas eram elegantes e até hoje possui o maior capô já utilizado em um carro da General Motors.

Em 1971 foi um dos piores para a industria automobilística americana. A poluição nos grandes centros tornava-se preocupante e o governo tomava decisões drásticas. As companhias de seguro estavam muito descontentes com a "febre" dos muscle-cars, carros de centenas de cavalos sob o capô, mas com freios e suspensão subdimensionados, que não raro resultavam em graves acidentes.

Em 1972 a situação ficava ainda mais crítica: a versão SS passava a ser apenas um pacote de opcionais para qualquer Chevelle V8. O resultado podia ser visto em Chevelles SS com motor 307 V8 de 130 cv líquidos. Deve-se observar que, por decisão do governo americano, a partir do ano-modelo 1972 todo fabricante passava a informar a potência e o torque líquidos em vez dos brutos, obtidos segundo a norma J1349 da SAE (Society of Automotive Engineers, sociedade de engenheiros automobilísticos). A mudança, por si só, representava cerca de 35% de redução nos valores numéricos.

Em 1973 marcou o fim da estrada para a versão SS. A popularização do pacote SS fora tal que estava disponível até mesmo para a perua Chevelle de cinco portas. O carro perdia muito em estilo, com linhas nada harmoniosas. O golpe final seria dado com a crise do petróleo naquele ano, abrindo caminho para que os eficientes japoneses tomassem de vez o mercado americano. O L65 possuía apenas 145 cv a 4.000 rpm.

Em 1974 a versão Laguna substituía a SS como topo de linha. Como atrativo trazia os assentos dianteiros giratórios, fazendo do Chevelle mais um carro de luxo no mercado. Apesar disso, as vendas começavam a aumentar por causa de seu retorno � s pistas em 1975, quando a Chevrolet colocava no mercado o Laguna S. A maior novidade era o estilo aerodinâmico do capô, antecipando algumas tendências de estilo vistas no Camaro.

Apesar do sucesso nas pistas, que aumentava as vendas com base na filosofia americana do win on Sunday, sell on Monday (vença no domingo, venda na segunda-feira), a prioridade da Chevrolet era conforto, não desempenho. Descaracterizado como produto, a situação continuou até 1977, quando o nome Chevelle deixou de existir, dando lugar ao Chevrolet Malibu. Mais compacto e leve, ele continuou a saga com os derivados do Chevelle, como o El Camino e o Monte Carlo. Este recebia como herança o lugar do Chevelle na NASCAR, a categoria americana de carros de passageiros altamente modificados, posto que ocupa até os dias de hoje.

Fonte

Beetle 2012 tunado pela ABT

A empresa ABT preparou o Beetle 2012 criando assim o Beetle ABT-Speedle.

Nele a ABT irá colocou kits de performance que o deixam o motor 2.0 TSI de 200 cv com cerca de 230/240 cv.

Colocaram também suspensão esportiva rebaixada, varias opções de roda de liga, que incluem rodas de 19 polegadas.

Na parte externa a ABT diponibiliza pacotes, com um kit aerodinâmico composto por um spoiler dianteiro, uma saia traseira incorpora um difusor, uma asa traseira grande e saias laterais, juntamente com escapamentos, pintura especial, faróis e sinaleira traseira, e acessórios em fibra de carbono.

Mais informações sobre o ABT-Speedle serão dadas no próximo Salão Automóvel de Frankfurt em setembro.



Monday, July 4, 2011

Ford desenvolve banco com monitor de batimento cardíaco

Os engenheiros da Ford Europa desenvolveram um banco de carro capaz de monitorar o batimento cardíaco do motorista, abrindo novas possibilidades para salvar vidas e também para o bem-estar e conveniência a bordo. O sistema, desenvolvido pelo Centro Europeu de Pesquisa e Inovação da Ford em Aachen, na Alemanha, junto com o centro técnico da Universidade de Aachen, usa seis sensores especiais embutidos no banco para detectar os impulsos elétricos do coração.

"Embora ainda seja um projeto de pesquisa experimental, a tecnologia de monitoramento cardíaco a bordo pode se tornar no futuro um avanço muito importante para os motoristas dos carros da Ford, e não apenas para aqueles que sabem estar sob risco", diz Achim Lindner, médico do Centro Europeu de Pesquisa e Inovação da Ford. "Como sempre acontece na medicina, quanto mais cedo uma condição é detectada, mais fácil é o tratamento. Essa tecnologia também pode ser útil para diagnosticar distúrbios que os motoristas nem sabem que existem."

Os dados registrados pelos sensores podem ser analisados por especialistas ou por programas do próprio computador de bordo. Suas possibilidades são amplas, desde a ligação remota com centros médicos e sistemas de segurança do veículo até o fornecimento de alertas em tempo real de ataque cardíaco.

No coração da pesquisa

O banco com monitoramento cardíaco é a solução mais recente dentro das pesquisas desenvolvidas pela Ford para ajudar pessoas com doenças crônicas ou disfunções a controlar sua saúde no trânsito.

A Ford anunciou também que está usando a capacidade do Ford SYNC de se conectar via Bluetooth com dispositivos, serviços de internet em nuvem e smartphones para desenvolver o primeiro sistema da indústria de aparelhos médicos embarcados com controle de voz. Suas aplicações incluem desde a medição da taxa de glicose de diabéticos e controle da asma até alertas de alergia com base em bancos de dados na web.

"O banco com monitoramento cardíaco poderia beneficiar, inicialmente, os motoristas sob condições de risco e também os idosos, faixa da população que vem crescendo em todo o mundo, para favorecer tanto a saúde como a segurança no trânsito", diz Steffen Leonhardt, professor da Universidade de Aachen, um dos participantes da pesquisa.

Segundo ele, o carro é uma "escolha óbvia, um lugar onde as pessoas passam longos períodos sentadas em uma posição relativamente tranquila, o ambiente ideal para a medição da atividade cardíaca".

Testes iniciais

O sistema tem seis sensores instalados no encosto do banco. Seus eletrodos foram projetados especialmente, com materiais capazes de captar os sinais eletrônicos do coração através da roupa, sem contato com a pele. "Ainda estamos refinando a sua calibração para trabalhar com alguns materiais. Alguns tipos de tecidos sintéticos e lã podem causar interferências elétricas, mas já conseguimos um sinal forte com dez camadas de algodão", completa o pesquisador.

Os testes de rodagem mostraram que o sistema é capaz de realizar medições altamente precisas em 98% do tempo que o motorista está dirigindo, já no estágio inicial de desenvolvimento.

Fonte Ford

Bugatti Veyron L'Or Blanc com pintura em porcelana

Bugatti Veyron L'Or Blanc com pintura de porcelanaEdição especial do Bugatti Veyron é mostrada em Berlim, na Alemanha, trata-se do Veyron 16.4 Grand Sport “L'Or Blanc”.

O único exemplar deste tipo foi desenvolvido em parceria com Königliche Porzellan-Manufaktur Berlin (Fábrica Real de Porcelana Berlim), com a intenção de incluir porcelana no interior e exterior do veiculo.

O Veyron Grand Sport “L'Or Blanc” tem o motor com 16 cilindros de 8 litros e quatro turbocompressores. Que o levam de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos chagando a máxima de 407 km/h.

A única unidade produzida da série custa “apenas” R$ 3,7 milhões.

Sunday, July 3, 2011

Latest BMW Bikes Wallpapers

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